Imprensa

13/04/2016

A FIEMA Brasil acelerou a aquisição de conhecimento da Fundação Proamb

As referências para a realização do projeto FIEMA Brasil vieram do exterior, mais especificamente do outro lado do oceano. Muitos dos aspectos da experiência europeia em gestão ambiental e sustentabilidade serviram e servem de inspiração para a realização da feira. Para a Fundação Proamb, a FIEMA Brasil, entre outros objetivos, é uma forma de aproximar o conhecimento dos europeus da Serra Gaúcha e, como consequência, difundi-los para o estado do Rio Grande do Sul e para o Brasil. Mas é necessário observar o “gap” que separa a Europa do Brasil ainda é muito grande. “Numa comparação feita com qualquer feira da Europa, estamos atrasados cerca de 30 anos. Tudo o que existe na Ecomondo (Itália) há na FIEMA. Mas se temos 30 expositores na área de águas, eles têm um pavilhão. Eles possuem pavilhões para cada segmento”, compara Fabiane Locatelli, antiga diretora da fundação. Além de condições socioeconômicas mais favoráveis, o fato de o continente europeu possuir os países muito próximos, tudo circula mais rápido e as transações se tornam mais simples.

A fórmula que a Proamb encontrou para reduzir distâncias e encurtar o tempo foi fomentar as relações internacionais com outras organizações, empresas e academias. É uma movimentação de peças peculiar que tanto abre fronteiras para a instituição Proamb, como trabalha em prol das outras unidades de negócio da fundação. “Os convênios são muito importantes e muitos vieram depois da aquisição d FIEMA. A grande função deles é diminuir o “gap”. Mantendo contato com as instituições que promovem pesquisa lá, a gente ganha uma velocidade muito maior aqui”, explica a diretora. Mas de que forma? Fabiane Locatelli responde: “especializando a turma que trabalha na Proamb. Não vendemos máquinas, mas precisamos trabalhar com pessoas especializadas”.

A funcionalidade dessa troca foi testada com excelente resultado. A especialização em relação ao tema toxicidade que a Proamb conquistou foi resultado dessa fórmula de relacionamento. Conhecedora da legislação e das exigências sobre o assunto, uma técnica da fundação foi enviada para um período de especialização no Centro de Tecnologias Apropriadas para Gestão Ambiental em Países em Desenvolvimento (Cetamb), da Universidade de Brescia (Itália), parceira da Proamb. Na volta, ela compartilhou o conhecimento adquirido junto à equipe. Algum tempo depois, um estagiário italiano passou três meses na Proamb trabalhando sobre o mesmo tema, com a supervisão dos próprios mestres, que vieram ao Brasil, inclusive, fazer um acompanhamento. Completando o processo, técnicos de uma empresa italiana especializada na área de efluentes estiveram em visita à fundação e a clientes que precisavam de alternativas para soluções em seus processos.

A FIEMA Brasil, como uma das unidades de negócio da Proamb, entre outras contribuições, acelerou o processo de obtenção de conhecimento pela equipe da Proamb. Como consequência do processo, clientes da fundação também foram beneficiados com serviços e tecnologia atualizados com os avanços do setor. “O principal aprendizado é a formação de recursos humanos com competência e nível internacional, usando as mesmas bases, formação e ferramentas dos centros mais avançados do mundo, com a visão da realidade local e dos recursos disponíveis”, conclui o atual presidente da fundação Neri Gilberto Basso. “O grande negócio da Fiema é atrair cabeças privilegiadas de muitas academias do mundo ligadas ao meio ambiente, às tecnologias, como também empresários e governos, e promover relacionamento, negócios, trocas, gerar desenvolvimento de recursos humanos e contribuir para um crescimento responsável e mais limpo”, preconiza Basso.

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