Imprensa

06/01/2016

Coprocessamento, saiba o que pode e o que não pode ser destinado.

O coprocessamento é uma técnica nobre e que não gera passivos ambientais em seu processo, em função disso é grande a procura por esse serviço. Contudo não são todos os resíduos que podem ser destinados a blendagem.

Segundo a Portaria 16/2010 da Fepam, os resíduos coprocessáveis são: Borras oleosas, de processos petroquímico, de fundo de tanques de combustíveis e de produtos inflamáveis, solventes e borras de solvente, borras de tintas a base de solventes, panos e estopas, serragem, EPIs, elementos filtrantes e absorventes contaminados com óleos lubrificantes, solventes ou combustíveis (álcool, gasolina, óleo diesel, etc), lodo de caixa separadora de óleo com mais de 5% de hidrocarbonetos derivados de petróleo ou até 70% de umidade, solo contaminado com combustíveis ou com qualquer um dos componentes acima identificado.

Conforme resolução do Consema 02/2000 embalagens de agrotóxicos por exemplo, devem obedecer a logística reversa, e serem devolvidas às centrais e postos de recebimento. Os resíduos que apresentam substâncias organoclorados também não podem ser transformados em blend, apesar do poder de inflamabilidade. Resíduos domésticos brutos e de estabelecimentos de serviços de saúde, radioativos, explosivos e aerossóis também não podem ser destinados a blendagem.

A Proamb produz, em sua unidade instalada no município de Nova Santa Rita, região metropolitana de Porto Alegre (RS), blend (mistura) de resíduos sólidos com poder de inflamabilidade. O produto resultante é usado como combustível nos fornos de fabricação de cimento de sua parceira InterCement na unidade de Candiota (RS).

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