Imprensa

24/06/2016

Florense: Gestão ambiental por cultura!

Uma empresa verde! Que busca constante desenvolvimento sustentável. Qualidade incluída no planejamento, produção e distribuição dos móveis! Essa é a Florense, de Flores da Cunha. Uma indústria que tem a gestão ambiental como valor. “É uma questão de cultura. Surgiu da vontade da direção da empresa e é repassada para toda a equipe”, orgulha-se a gerente de Qualidade Adriana Zamboni, que se dedica a empresa há 26 anos.

Responsável pelas áreas de Segurança, Meio Ambiente e Patrimonial, Elvis Terres, há 16 anos na indústria, relata que, a segunda geração da família entrou na empresa em 1994, momento no qual deu início a preparação para certificação ISO9001 e, na sequencia a ISO14001. “Sabíamos que tínhamos algumas questões para melhorar”, afirma.

Na Florense, a educação ambiental passa por momentos distintos com a equipe e com a sociedade. “Começa com a integração quando o funcionário entra na empresa. Assim, aprendem qual a contribuição deles para com o meio ambiente”, descreve Adriana. Conforme ela, os colaboradores aprendem a separar corretamente os resíduos, a otimizar o processo evitando desperdícios e o retrabalho.” A limpeza e a organização da fábrica é o que nos motiva. A nós e a direção”, ressalta Terres.

Diagrama verde

Conforme Adriana, no local de trabalho, cada atividade possui seu mapa de aspectos e impactos. É um digrama verde, que mostra tudo que é consumido, o que sobra e qual o impacto ambiental caso não seja tratado corretamente. “De maneira muito simples, mostra qual é o conceito da Florense com relação a questão ambiental. Nunca foi para certificar, pois, com ela [certificação] ou sem ela, não mudaríamos nada. Temos a preocupação em ser corretos, fazer as coisas melhores. Cumprir a legislação só por cumprir, não me move”, destaca.

Preocupados com a comunidade, a Florense trabalha, uma vez por ano, a Semana da Excelência, envolvendo todos os colaboradores. “Destacamos não só os cuidados dentro da empresa, mas também em casa. A separação do lixo, a diferença do consumo de luz pelos diferentes tipos de lâmpadas. A empresa que faz o recolhimento do resíduo urbano do município vem falar também. É sempre importante reforçar o valor do nosso comportamento e atitude”, acredita Adriana.

O impacto ambiental de cada produto

A Florense pensa o impacto ambiental desde a criação do produto. Tem um comitê de produto na empresa, com representação de todas as áreas. Assim, surgindo qualquer produto, vindo de designer brasileiro, ou mesmo da Itália, busca-se saber se há alguma influência, algum impacto maior no meio ambiente. “Queremos saber o que vamos consumir de matéria-prima, de onde vem este material, qual sua origem, se durante o processo vai mudar alguma coisa e se, o que sobra tenha um destino adequado. A grande questão é pensar do início”, acredita Adriana.

Há mais de um ano, a Florense trabalha um projeto focado nos desperdícios do laminado decorativo e uma atenção especial com as embalagens. “Quando definimos um novo material para embalagens, pensamos: este material está saindo daqui assim, ele não é nosso mais, vai ser administrado por um terceiro, esse terceiro vai fazer o que? Ele tem condições de reciclar?”, destaca Adriana. Ainda, as lojas Florense, espalhadas por todo Brasil, recolhem e fazem a destinação dos resíduos quando montam os móveis na casa do cliente. “Todos têm essa preocupação”, acrescenta Terres.

O melhor fornecedor

Conforme Elvis, a Florense decidiu não destinar resíduos para aterro industrial. “Queríamos um aproveitamento mais nobre possível para os resíduos que geramos”, destaca. “O fato de coprocessar encareceu o processo de destinação, mas, apresentamos para a direção e foi unânime a decisão”, afirma Adriana.

Para Adriana, numa escala de tanta despesa que uma empresa tem, o custo total de cumprir as legislações ambientais pode ser considerado desprezível. “Às vezes as empresas vêm as questões ambientais como um custo absurdo. Em primeiro lugar, no moveleiro, as matérias primas que trabalhamos são nobríssimas, são madeiras, alumínios. Existe uma informação equivocada no mercado”, revela Adriana.

De acordo com Elvis, a Florense começou a trabalhar com a Proamb com destinação de resíduos para o aterro. Porém, assim que a unidade de coprocessamento foi licenciada, já começaram a destinar seus resíduos para Nova Santa Rita. “Temos uma história de parceria. O que nos mantém com a Proamb é a confiança que temos no parceiro, de documentação correta, destinação séria e a certificação da Fepam. Estamos bem tranquilos com essa parceria!”, comemora Elvis.

Para Adriana, o que fortalece a escolha pela Proamb é a questão da rastreabilidade do resíduo. “Nos dá garantia e segurança”, esclarece. Adriana destaca ainda, que a Florense faz qualificação dos fornecedores. “Nós temos um cadastro de fornecedores. Temos que escolher os melhores. Ter a garantia de que é o melhor fornecedor que tem para aquele serviço/produto. Temos que casar com os melhores”, afirma.

A Florense

A Florense iniciou suas atividades em 1953 na cidade de Flores da Cunha. Hoje, configura entre uma das maiores indústrias moveleiras do país.

O parque fabril da Florense tem 65mil m² de área construída e sedia um dos mais completos centros de acabamentos da indústria moveleira nacional, composto de tecnologia ecologicamente correta de última geração.

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