Imprensa

18/08/2015

Líbano está à beira de catástrofe por crise do lixo

O ministro de Saúde do Líbano, Wael Abu Faur, advertiu nesta segunda-feira (17) que o país está próximo de “uma catástrofe sanitária” e que o ar, os alimentos, a água e a saúde dos libaneses estão em risco por causa da atual crise do lixo.

“O governo deve tomar medidas imediatas. O lixo está empilhado perto de restaurantes, hospitais, creches e colégios, o que me obriga a dizer que estamos à beira de uma grande catástrofe sanitária”, disse o ministro em entrevista coletiva.

Ele afirmou que o ministério emitirá recomendações e ordens, e aumentará os controles nas empresas alimentares e em hospitais para “diminuir o perigo”.

A crise dos resíduos começou após o fechamento do despejo de Naame, em 17 de julho, e o fim do contrato com a sociedade Sukleen, encarregada de recolher o lixo.

Isto afeta sobretudo as regiões de Beirute e Monte Líbano, no centro do país, e até agora o governo fracassou em encontrar soluções alternativas devido as divergências entre as forças políticas.

O parlamento e o governo estão paralisados pelas desavenças entre os grupos políticos, que impediram a escolha de um novo presidente, posto vago desde 25 de maio de 2014.

Em 30 de julho, o primeiro-ministro libanês, Tamam Salam, voltou a levantar a possibilidade de renunciar se a paralisia do Executivo não for desbloqueada e a crise do lixo resolvida.

Fonte: noticias.ambientebrasil.com.br

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