Imprensa

27/10/2014

Lixeiras inteligentes devem chegar ao Brasil

A gestão dos resíduos sólidos urbanos tem se tornado um desafio diário para a maioria das prefeituras brasileiras. Em 2013, segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), foram gerados 76,4 milhões de toneladas de lixo em todo o país, 4,1% a mais que em 2012.

A boa notícia é que o Brasil pode ganhar, em breve, um equipamento que promete aumentar a eficiência e a qualidade do serviço de limpeza urbana, essencial ao bom funcionamento das cidades, sendo que Belo Horizonte pode ser o primeiro município brasileiro a ter esse projeto instalado. São as lixeiras inteligentes e autossustentáveis movidas a energia solar, uma tecnologia limpa que já vem sendo adotada com sucesso há anos, em mais de 30 países.

Além de usar energia renovável (solar) para o seu funcionamento, as novas lixeiras têm pelo menos outros dois diferenciais de sustentabilidade: o monitoramento permanente e a capacidade de compactação do lixo. Com isso, reduzem o custo e a frequência da coleta dos resíduos, bem como o volume do material armazenado e a demanda por espaço nos aterros sanitários.

O monitoramento é feito por meio de sensores que informam ao operador do serviço – através de um aplicativo (Clean) para aparelhos Android e Apple ou ainda via e-mail e mensagens SMS – quando as lixeiras estão cheias. Graças a esse controle, a queda na frequência da coleta pode chegar a 70%, trazendo benefícios ambientais e financeiros imediatos.

O principal deles é a diminuição do número de caminhões das concessionárias e terceirizadas que cuidam da limpeza pública em circulação pela cidade. Essa medida ajuda a desafogar o trânsito e ainda contribui para a melhoria da qualidade do ar, reduzindo a emissão de poluentes resultantes da queima de combustíveis, em especial do óleo diesel, que agravam o efeito estufa.

Características técnicas/benefícios do produto
Capacidade: acondiciona até seis vezes o seu volume, totalizando
660 litros ou 30 quilos de lixo (o espaço equivalente aos 60 litros restantes fica livre para o funcionamento do compactador).

Compactação: sensor identifica volume/enchimento e dispara a compactação, reduzindo o volume do material armazenado e também a demanda por espaço nos aterros sanitários.

Autonomia: funciona por mais de 90 dias sem luz solar.

Arrecadação: permite a exploração de publicidade em até quatro faces da lixeira.
Trânsito/clima: a menor circulação de caminhões de coleta/destinação do lixo desafoga o trânsito e reduz as emissões de gases de efeito estufa, em especial do CO2.

Fonte: http://www.revistaecologico.com.br/

 

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