Imprensa

18/11/2015

Resíduos passíveis de coprocessamento

Para que cesse a responsabilidade da empresa geradora de resíduos, estes devem ser descaracterizados química e fisicamente, como é feito no processo de blendagem, que transforma o mix de resíduos em um combustível alternativo para indústria do cimento.

O Coprocessamento é uma técnica nobre, com eficiência de destruição térmica superior a 99,9%. A solução é indicada para os resíduos que não podem ir para um aterro por terem características de inflamabilidade, conforme portaria nº 016/2010 da Fepam. É o caso de plásticos e resíduos têxteis contaminados, materiais impregnados com graxas, borras oleosas e borras de tintas.

Veja abaixo os vários tipos de resíduos com perfil para o Coprocessamento:

  • Borras oleosas, borras de processos petroquímicos, borras de fundo de tanques de combustíveis e de produtos inflamáveis;
  • Elementos filtrantes de filtros de combustíveis e lubrificantes;
  • Materiais contaminados com tinta;
  • Materiais contaminados com solventes;
  • Resíduo têxtil e EPI´s contaminados;
  • Serragem e madeira contaminada;
  • Adesivos / Resinas;
  • Plástico contaminado;
  • Papel e papelão contaminados;
  • Elementos filtrantes e absorventes contaminados com óleos lubrificantes, solventes ou combustíveis (álcool, gasolina, óleo diesel etc.);
  • Lodo de caixa separadora de óleo com mais de 5% de hidrocarbonetos derivados de petróleo ou mais 70% de umidade;
  • Solo contaminado com combustíveis ou com qualquer um dos componentes acima identificados.
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